Sábado, Outubro 15, 2011

E agora? Sair para fora ou ficar? Procurar casa ou esperar? Manter-me no mesmo sítio ou procurar outra coisa? Esta semana surgiu-me inesperadamente esta decisão na cabeça. Por um lado coisas no trabalho. Por outro as novas novidades da crise.
Há meses que procuro casa na esperança de trazer alguma mudança, que já procuro e já devia ter acontecido há algum tempo. Mudança. Isso estou de acordo de que necessito, e muito. Mas para onde me devo virar? Para uma casa nova? Para um emprego novo? Para um país diferente? Há tantos prós e contras.
Não gosto de tomar estas decisões. Não gosto e pronto.

Terça-feira, Junho 28, 2011

Queria não me ter envolvido, mas desta vez não consegui controlar. Tenho saudades de ti, dos teus cheiros, de tudo. És aquilo que me coloca de pé. Em cima. Sim confesso, estou apaixonada. Te echo de menos... Madrid!

Domingo, Maio 29, 2011

De vez em quando tem de haver um daqueles dias. E hoje é um daqueles dias.
Hoje é daqueles dias que tudo volta à estada zero
Em que se sente que o objectivo não foi cumprido
Que apenas apetece ficar o dia inteiro a dormir.
Hoje é daqueles dias que se pensa mais de mil vezes na mesma coisa sem chegar a nenhuma conclusão,
Em que apetece fugir para outro planeta,
Para um planeta melhor.

Sexta-feira, Maio 20, 2011

"Não"

É a palavra do egoísmo.
Que destrói o ego dos mais valentes,
Que apaga esperanças e sonhos.
É a única palavra que nos faz desistir,
E que mesmo assim é impossível aceitar.
Não, não, não.
Quem me dera que esta palavra não existisse.

Terça-feira, Abril 12, 2011


Penso mais do que aquilo que posso. Mais do que aquilo que quero. Mais do que aquilo que devo.
Pensamentos alimentados por um não sei quê de lembranças boas e más. São lembranças que se misturam com o fumo do cigarro e o barulho da rua.

Terça-feira, Março 29, 2011

Apneia

Foi o que senti. Uma espécie de apneia.
Foi como se de repente, todo o ar que havia à minha volta não fosse suficiente para me manter "viva". Como se deixassem de haver motivos para respirar.
A respiração tornara-se ainda mais ofegante, e o ar cada vez mais longe.
Senti-me doente, sem forças, a desmaiar.
É possível respirar sem ar?

(obrigado à Claudinha pela inspiração)

Sábado, Março 19, 2011

Danke schön...

Por me ensinares que todas as receitas culinárias podem ter alho francês.
Que se pode sacar gajos mesmo usando "all stars" roxos.
Que se pode falar muito sem ser entediante.
Que existe música para além do Ben Harper.
Que tudo à nossa volta pode ser mega ou brutal.
Que é possível subir até ao último degrau da "escadaria".
Que se pode sorrir quando se quer chorar.
Que os sonhos são possíveis se fizermos algo por eles.
Por me aturares nos momentos bons e maus.
Por tudo aquilo que sabes e o que não sabes.
Danke schön.